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Por Elias Medeiros

Segundo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a distância entre os rendimentos de homens e mulheres ficou mais curta na década. O rendimento para as mulheres (13,5%) foi maior do que o dos homens (4,1%), representa crescimento de três vezes mais do que a dos homens,  reduzindo o abismo que ainda persiste entre as remunerações. Houve um aumento no rendimento médio mensal de todos os trabalhadores, alta de 5,5% de 2000 para 2010.

A mulher, tradicionalmente, está mais presente em ocupações de menor remuneração. É o caso, por exemplo, dos serviços domésticos, onde 90% dos trabalhadores são mulheres. Contudo, as mulheres têm aumentado sua inserção em outras atividades, onde a presença masculina é maior, como no setor de construção civil. Isso tem ajudado a elevar a renda das mulheres.

A boa notícia, é que a pesquisa apresenta o nordeste em recuperação com relação ao rendimento feminino, que está em ascensão com relação aos salários masculinos. O aumento da escolaridade feminina e maior presença no mercado de trabalho ajudam a explicar os avanços. Apesar das diferenças salariais, a distância entre os rendimentos caiu em todas as regiões do país.

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