
Crédito Demis Roussos/Secom
A terça-feira de Carnaval na Redinha foi marcada por mais uma edição da tradicional Banda do Siri, bloco que há 37 anos integra a programação da folia na Zona Norte de Natal.
Criada em 1988 por um grupo de amigos liderados por Hélio Rocha, a banda começou de forma simples, com poucos músicos, e rapidamente se consolidou como uma das mais tradicionais do carnaval da região. Ao longo das décadas, o bloco inovou ao incorporar bonecos gigantes aos desfiles, fortalecendo sua identidade cultural.
Atualmente, a tradição é mantida pela família do fundador. Para Zeuda Rocha, filha de Hélio, seguir à frente do bloco é uma forma de preservar a memória e o legado deixado pelo pai. “Manter a Banda do Siri é manter viva a alegria que ele sempre levou para a Redinha. É uma tradição que atravessa gerações”, afirmou.
Entre os foliões, o sentimento é de carinho e pertencimento. O comerciante José Carlos, que acompanha o bloco há anos, reforça a importância da iniciativa. “A Banda do Siri faz parte da nossa história. Todo carnaval eu venho prestigiar, porque é um bloco que reúne famílias e mantém viva a cultura da Redinha”, disse.
A Banda do Siri segue como símbolo da cultura popular e integra o calendário oficial do Carnaval de Natal, consolidando-se como uma das atrações tradicionais da programação e contribuindo para a preservação das manifestações culturais da cidade.
A programação do Carnaval de Natal na Redinha segue até esta quarta-feira (17), com desfiles tradicionais como o bloco Baiacú na Vara e o Bloco dos Garis


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