De quem é a conta?.
De quem é a Conta? O amor é lindo, o que mata é a divisão das contas. Será que existe alguém que tenha vivenciado tal situação? Na maioria das vezes o amor confunde-se com a necessidade de se transportar para as mãos masculinas, uma responsabilidade que deveria ser compartilhada.. Este tipo de amor deveria ser rotulado como “preciso de você”. A conexão entre duas pessoas não pode se basear em preencher as carências um do outro. A relação não pode vir de um vazio, porque depender demais do outro, suga energia e custa caro.
Ter uma namorada que raramente abra a carteira para pagar ou dividir a conta, gostar de festas e badalações, além de manter a postura de patrocinar tudo o tempo que ficarem juntos , pode ser um erro clássico. As mulheres em seu discurso, utilizam a célebre frase: “Homem gentil, sempre paga a conta”, baseado nessa pérola, os homens continuam pagando a conta sem recentimento.
O poeta Vínicius de Moraes em seu “Soneto da Fidelidade”, ressalta o Amor e declara que ele seja eterno enquanto dure. Se após uma longa temporada houver o fim do namoro, a garota que depositava o dinheiro na poupança e jamais abriu a carteira, comprará um carro e seu parceiro ficará literalmente na pista.
Moral da história: Certamentente nenhuma relação baseado na dependência pode ser saudável, cada pessoa precisa assumir responsabilidade por ser feliz, sem depender do outro e nem sempre ser gentil, significa pagar a conta.
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