Pilates clínico especializado devolve mobilidade e qualidade de vida a pacientes no Centro Vitta

Centro Vitta / Pilates clínico
Conviver com dor impacta muito mais do que o corpo: afeta a rotina, o trabalho, o humor e a qualidade de vida. Atento a essa realidade, o Centro Vitta tem fortalecido sua atuação no cuidado em saúde ao integrar o pilates clínico ao acompanhamento fisioterapêutico, unindo diagnóstico, tratamento e reabilitação, sempre com uma abordagem personalizada e centrada na necessidade de cada paciente.
Segundo a fisioterapeuta Marina Duarte, o diferencial está na atuação conjunta entre as equipes, sob a coordenação dos fundadores e diretores da clínica, os fisioterapeutas Jorge Ivan e Kelly Gama. “Quando o paciente vem do consultório do doutor Jorge Ivan ou da doutora Kelly Gama, conversamos antes do encaminhamento para o pilates e seguimos ajustando o tratamento ao longo do processo. É um trabalho integrado, pensado para gerar melhores resultados”, afirma.
Antes de iniciar a prática, todos os pacientes passam por uma avaliação profissional que preza pelo cuidado individualizado. O acesso ao pilates pode ocorrer tanto por encaminhamento clínico quanto por demanda espontânea. “A partir da avaliação, traçamos um plano terapêutico específico, com exercícios direcionados às necessidades de cada paciente”, explica Marina.
A clínica dispõe de dois espaços para a prática do pilates: uma sala com atendimento mais individualizado, com até três pacientes por fisioterapeuta, e um salão amplo, com duas profissionais e até quatro pacientes cada. Os ambientes contam com equipamentos como cadillac, reformer, chair e barrel, além de acessórios que complementam os exercícios.
O pilates clínico possibilita o tratamento de diferentes disfunções musculoesqueléticas, com impactos diretos na funcionalidade e na qualidade de vida. “Além da melhora da dor, conseguimos devolver autonomia e bem-estar aos pacientes”, destaca Marina.
Outro pilar do trabalho desenvolvido no Centro Vitta é a educação em saúde. Para a fisioterapeuta Bianca Suellen, esse processo é determinante para a evolução clínica. “A dor não tem uma única causa. Ela é influenciada por fatores físicos, emocionais e comportamentais, e o paciente precisa entender esse contexto para participar ativamente do próprio tratamento”, ressalta.
Ainda de ações de acordo com ela, orientar sobre postura, sono, estresse e hábitos do dia a dia faz parte do cuidado. “Quando o paciente compreende o que está por trás da dor, os resultados do tratamento se tornam mais consistentes.”
Sem limite de idade, o pilates clínico pode ser praticado por crianças, adultos e idosos, desde que haja compreensão dos comandos necessários para a execução segura dos exercícios.
Tratamento adequado possibilita autonomia para paciente
Após enfrentar uma crise intensa de dor lombar que a impedia até de se levantar, a produtora cultural Cláudia Mariana encontrou no acompanhamento clínico e no pilates terapêutico um caminho de recuperação sem o uso de medicamentos. “Eu sofria com muitas dores, em virtude da uma crise muito forte que tive. A partir de uma avaliação detalhada da rotina e da postura no dia a dia, a equipe elaborou um tratamento baseado em exercícios específicos e fortalecimento muscular. Um ano depois, a dor deixou de fazer parte da minha rotina, dando lugar a mais mobilidade, disposição e qualidade de vida”, destaca ela.
Trajetória
Há 23 anos em atividade, o Centro Vitta Natal atua no tratamento de dores e disfunções musculoesqueléticas. Além da fisioterapia, o espaço oferece pilates, treinamento funcional e acompanhamento nutricional. A proposta, segundo os fundadores, é integrar técnica, atualização científica e cuidado individualizado no atendimento aos pacientes.


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