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Postado às 19h10 • Destaque • Política • Nenhum comentário

Foto Francisco de Assis / CMN

A Câmara Municipal de Natal apreciou, durante a sessão ordinária desta quinta-feira (15), projetos de lei relacionados ao turismo religioso, à prática esportiva e à qualidade da água distribuída por carros-pipas. Ao todo, três matérias foram aprovadas em segunda discussão, enquanto os vereadores também deliberaram sobre vetos do Poder Executivo, com quatro mantidos e um derrubado.

Entre os destaques está o Projeto de Lei nº 106/2020, de autoria do vereador Preto Aquino (Podemos), que dispõe sobre a criação de um selo de certificação de qualidade para veículos transportadores de água, conhecidos como carros-pipas. A proposta estabelece critérios relacionados às condições sanitárias dos veículos e à qualidade da água, conforme os padrões de potabilidade previstos na legislação vigente.

Os parlamentares aprovaram também, em segunda discussão, o Projeto de Lei nº 285/2025, de autoria do vereador Ériko Jácome (PSDB), que denomina de “Arena de Futevôlei João Paulo” o logradouro público localizado na esquina das ruas Presidente Mascarenhas e Dr. Manoel Miranda, no bairro das Quintas.

Outro destaque foi o Projeto de Lei nº 406/2025, de autoria do vereador Cláudio Custódio (PP), que reconhece a Capela Santa Cruz e o Memorial Tiago Theisen, localizados no bairro de Igapó, como pontos turísticos e religiosos do município de Natal.

Segundo o parlamentar, a iniciativa busca valorizar a história religiosa e social da Zona Norte da capital, além de fortalecer o turismo religioso e estimular a economia local. “O Igapó o primeiro bairro da Zona Norte e o padre teve um papel essencial na evangelização e também em trabalhos sociais e educacionais por lá. O memorial ficou belíssimo, para quem não conhece, indico. Lá é um trabalho da comunidade vinculado à paróquia, que tem um papel histórico na ocupação da Zona Norte e na evangelização cristã católica da nossa cidade”, afirmou.

O vereador também destacou o potencial do segmento para o desenvolvimento do município. “O turismo religioso é muito forte nos municípios do interior, mas deixa muito a desejar em nossa cidade. Então, a lei trabalha no sentido de fortalecer o turismo religioso na capital potiguar e, claro, com isso beneficiar a nossa população a partir da perspectiva de geração de empregos, arrecadação de tributos e tudo que acompanha”, concluiu.

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