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Postado às 19h11 CidadeDestaquePlantão Nenhum comentário

Fátima Bezerra destacou personalidades potiguares, como Nísia Floresta, que lutou pelo direito à educação das mulheres; Celina Guimarães, que lutou pela conquista do voto feminino; e Alzira Soriano, primeira mulher eleita prefeita no país – Foto: Daniela Luquini @dlpictureuk (Instagram)

A governadora Fátima Bezerra defendeu, durante o painel “Mulheres, Clima e Poder”, realizado na manhã desta quinta-feira (13), na COP 30, maior ocupação das mulheres em cargos de poder e liderança, e o nome da ex-presidente do Chile, Michelle Bachellet, para estar à frente dos destinos da ONU.

A palestra da governadora fez parte do Painel “Mulheres, Clima e Poder”, contando com a participação de Michelle Bachelet, ex-presidenta do Chile e vice-presidenta do Club de Madrid; da Ministra Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia; de Janja Lula da Silva, Enviada Especial para mulheres da COP30; da Ministra das Mulheres, Márcia Lopes; da Ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara — Ministra dos Povos Indígenas; da Ministra da Igualdade Racial, Anielle ; da Deputada Federal e Coordenadora da Bancada Feminina da Câmara dos Deputados, Jack Rocha; da Deputada Federal e Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, Célia Xakriabá e de Maiara Folly, da Plataforma Cipó.

A discussão do painel aborda a emergência climática e as desigualdades de gênero, raça e renda, impactando principalmente as mulheres inseridas em contextos de vulnerabilidade social. O atual cenário mostra a importância da ampliação dessa representatividade para atuarem como lideranças e o alcance dentro de políticas públicas.

“Esse é um tema fundamental, a Justiça climática e igualdade de gênero, estando exatamente num contexto maior, que é um desafio no mundo contemporâneo, a transição energética. E essa transição não pode ser olhada sem ter cuidado de ver a sua dimensão do ponto de vista de gênero, de raça e de classe”, disse Fátima Bezerra, acrescentando que neste momento de discussão com agentes públicos e representantes de todo o mundo em torno da necessidade de mudanças climáticas, “é preciso reafirmar cada vez mais que a justiça climática e igualdade de gênero, são duas faces da mesma moeda”.

Contextualizando a história recente do país, a governadora falou ainda sobre a força das mulheres. “Elas foram o cordão sanitário contra o fascismo, contra o negacionismo e o obscurantismo, uma vez que deram demonstração de sabedoria de coragem, fé e muita ousadia”, disse, lembrando que o Rio Grande tem em sua trajetória mulheres de destaque, como a educadora Nísia Floresta, que lutou pelo direito à educação das mulheres, Celina Guimarães que lutou pela conquista do voto feminino e Alzira Soriano, primeira mulher eleita prefeita no país.

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