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Crônica de Flávio Rezende “Escritos da Alma”

Escritos da Alma

– A coragem e a necessidade de se expressar –

Minha essência e natureza são basicamente pacíficas. Não me sinto bem com bate-boca, brigas e desavenças; isso me causa muito mal-estar. Sou canceriano, sujeito que ama muito a família, os amigos e tem uma paixão tsunâmica pela vida.

Mas meu ascendente em Virgem me faz ter expressão, necessidade de comunicar e um desejo enorme de dizer ao planeta o que penso. Não necessariamente para causar intriga, mas é algo lá no fundo que diz: diga! Pois, se digo, é porque considero importante, relevante e necessário. Senão, não diria, óbvio.

E dizer, nos tempos atuais, não é fácil, pois tem muitos que não vão concordar. Mas, perdão, não quero agredir. Quero apenas ter o direito de dizer, pois se não o fizer, me sentirei um bosta covarde, apto a ser chamado de canalha medroso e indiferente.

Por isso manifesto minhas posições políticas subliminarmente no que escrevo: minha opinião sobre esse Deus bonzinho que não percebo, esses facínoras da direita que abomino e esses mercadores da fé que acho incrivelmente pútridos.

Os que me conhecem sabem que minha essência é o amor. Os que apenas me observam de longe, pelas mídias sociais, veem que toda a minha vida foi ao lado dos que mais precisam. Por isso sou socialista, defensor de políticas públicas inclusivas e humanista em todas as áreas.

Minha vida precisa ser cada vez mais direcionada a isso. Não tem como eu não me expressar de outra forma. Me perdoem os divergentes, mas eu gosto realmente da classe trabalhadora, da natureza, dos animais, da comunidade LGBTQI+ e de tudo que for justo, honesto e democrático.

Arrocha o colorau! Au, au, au!

Flávio Rezende — 19 dias, setembro de 2026. Sempre Rock Bar, Natal. Atlan. Planeta Terra.

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