Marca Maxmeio

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Exposição terá início dia 11 de novembro no IASNIN.

Exposição terá início dia 11 de novembro no IASNIN.

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

O Rio Grande do Norte terá pela primeira vez uma exposição com o olhar de Alberto Ferreira, considerado um dos maiores fotógrafos do Brasil. As fotos serão expostas no Instituto de Ação Social e Cidadania Nilo e Isabel Neri (IASNIN), em São Miguel do Gostoso, a partir do próximo dia 11 de novembro, com entrada gratuita. Entre os registros fotográficos de Alberto está a famosa foto de Pelé suspenso no ar, posição conhecida no mundo futebolístico como “bicicleta”, em um jogo Brasil X Bélgica, em 1965, no qual os brasileiros venceram por 5 a 1. A “bicicleta” de Pelé – junto com outras nove fotos do mesmo autor – estará na exposição do LASNIN.

A exposição de Alberto Ferreira em São Miguel do Gostoso é a segunda deste fotógrafo no Nordeste. Antes suas fotos haviam sido expostas apenas em João Pessoa – PB, seu Estado natal, em 2014. A exposição serviu para lançar a revista Fotografia Paraibana, com fotos de fotógrafos paraibanos.  Alberto chegou a ser goleiro do Botafogo da Paraíba e mudou-se para o Rio de Janeiro, com o objetivo de ser goleiro do Flamengo. Não conseguiu atuar no Flamengo, mas foi contratado pelo Jornal do Brasil, considerado um dos maiores jornais do país, onde recebeu 12 prêmios Esso de Fotografia como editor e trabalhou por 32 anos.

A exposição de Alberto Ferreira fará uma espécie de “contraponto” com Ariclenes Silva, fotógrafo de São Miguel do Gostoso. Muitas das fotos de Ariclenes têm referências no trabalho de Alberto Ferreira. A foto da “bicicleta” de Pelé, por exemplo, vai fazer “contraponto” com um jogo de futebol de crianças em São Miguel do Gostoso. A exposição dos dois profissionais irá se chamar “Memórias Afetivas – Passado e Presente” e contará com 20 fotos (dez de cada um deles).

Outra foto de Alberto Ferreira, em que Pelé aparece curvado sobre as pernas depois de uma contusão em um jogo da Copa do Mundo do Chile, em 1962, deu o Prêmio Esso de Fotografia para Alberto Ferreira. O fotógrafo, que nasceu em 1932, em Alagoa Grande (PB), e morreu em 2007, no Rio de Janeiro, detém um acervo de 20 mil fotos, das quais duas mil são registros da construção de Brasília. Trata-se de um dos maiores acervos fotográficos do Brasil. Suas fotos – que alcançam hoje grande valor de mercado – são comercializadas pela Galeria Lume, de São Paulo.

As fotos de Alberto Ferreira são famosas não só no Brasil. Ele já participou de  exposições em vários outros países. A foto da “bicicleta” de Pelé já foi símbolo de três Copas do Mundo – a do México (1970), do Japão e Coréia do Sul (2002) e da Alemanha (2006).  Apaixonado por esporte, Alberto Ferreira acompanhou como fotógrafo sete Copas do Mundo e quatro Olimpíadas. Mas também fez incursões pelo mundo político e das artes. Uma de suas fotos retrata o Palácio do Planalto, sede do governo, ainda em construção, com os pés de operários refletidos em um espelho d’água.

 A foto do Palácio do Planalto, chamada de “Pés de Brasília”, fez parte da exposição do Museu Louvre, de Paris, em 2005, que integrou a mostra do Ano do Brasil na França. Alberto Ferreira faz parte da lista dos maiores fotógrafos do mundo, ao lado do também brasileiro Sebastião Salgado e de outros fotógrafos igualmente famosos como os franceses Cartier Bresson e Pierre Verger.

A exposição “Memórias Afetivas – Passado e Presente”, tem curadoria de Carlos Ferreira, filho de Alberto Ferreira. Carlos é proprietário do restaurante “Jangadeiro de Sabores”, em São Miguel do Gostoso.

 Serviço:

Exposição “Memórias Afetivas – Passado e Presente”

Data: 11 de novembro de 2017

Local: Instituto de Ação Social e Cidadania Nilo e Isabel Neri (LASNIN), em São Miguel do Gostoso.

Entrada gratuita.

 

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O jornalista e repórter fotográfico, Elias Medeiros, recebeu

O jornalista e repórter fotográfico, Elias Medeiros, recebeu o certificado “Amigo da Barreira”.

O centro da aeronáutica reconhece a relevância dos trabalhos prestados pela instituição filantrópica.

Jornalista Pinto Junior conselheiro da Cruz Vermelha.   O centro da aeronáutica reconhece a relevância dos trabalhos prestados pela instituição filantrópica.

O repórter fotográfico Canindé Soares.

Repórter fotográfico Canindé Soares.

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) celebrou 0 52º aniversário e  homenageou, na manhã dessa quarta-feira (11), 30 personalidades civis e militares e  integrantes da Cruz Vermelha do Rio Grande do Norte, com o certificado “Amigo da Barreira” e realizou também a entrega de medalhas militares e premiação a civil e militares destaques da Unidade Militar.

Entre os homenageados estavam o presidente da instituição Kelyson Montenegro, o ex-presidente Francisco Montenegro e os conselheiros professora Andrezza Tavares e o jornalista do Potiguar Notícias José Pinto Júnior. Representando a fotografia potiguar o jornalista e repórter fotográfico Elias Medeiros e Canindé Soares. Na oportunidade, a idealizadora do “Setembro Cidadão”, Lígia Limeira, também foi agraciada com a honraria.

O certificado traz o brasão do Ministério da Defesa, assinado pelo Coronel Aviador Paulo Junzo Hirasawa, atual diretor do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno.

Servidor Civil e militares foram agraciados com o prêmio de destaque da Unidade Militar por se destacarem em suas funções  e entrega de  medalhas militares de 10, 20 e 30 anos de serviços prestados a Aeronáutica.

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Outubro Rosa: Lançamento da exposição “Mulheres Bonitas” e segue até 31 de outubro de 2017.

Outubro Rosa: Lançamento da exposição “Mulheres Bonitas” e segue até 31 de outubro de 2017.

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

A exposição itinerante de fotografia “Mulheres Bonitas” foi lançada na noite desta segunda-feira (9) no Praia Shopping. As fotos de 23 mulheres revelam histórias de vitória e superação, mesmo que recheadas de dor, desvelando que é possível sim se curar de um câncer e voltar a usufruir de uma vida saudável e tão boa ou até melhor quanto a de antes.

A mostra denominada *MULHERES BONITAS*, apresenta personagens com idade entre 26 e 54 anos que enfrentaram uma das provas mais difíceis para o ser humano, olhar a possibilidade da morte de frente, encarar a realidade e superar as circunstâncias advindas desta experiência, e por isso, elas se transformaram, verdadeiramente, em belas heroínas.

Mulheres Bonitas vai percorrer os shoppings mais populares da cidade com o objetivo de atingir um maior e mais diversificado público e assim desmistificar a doença a respeito da finitude, ao mesmo tempo em que reforçará o alerta a respeito da prevenção do câncer. Todas as modelos da Exposição *Mulheres Bonitas* foram submetidas ou ainda estão em tratamento contra o câncer e, cada uma, a seu modo, atravessaram as etapas da doença desde as primeiras emoções, após o recebimento do diagnóstico, passando pelo tratamento até a cura.

A Exposição Mulheres Bonitas não tem fins lucrativos, todos envolvidos na organização são voluntários, o que inclui a equipe de seis fotografas formada por Ana Cláudia Albuquerque, Eleonora Marques de Siqueira, Katherine Carvalho, Rose Medeiros, Sônia Regina e Verônica Barreto que se uniram em um mutirão para realizar as sessões de fotos expostas neste exemplar e na mostra itinerante.

Programação:

Praia Shopping – 09 a 14/10

Via Direta       –     16 a 20/10

Partage Norte Shopping – 25 a 29/10

OAB-RN – 30 a 31/10

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Fotógrafo Seridoense é destaque no Festival Internacional de Fotografia de Brasília.

Fotógrafo Seridoense é destaque no Festival Internacional de Fotografia de Brasília. (Foto: Alysson Lima).

Alysson Lima

Alysson Lima terá sua foto no livro anual do Festival. 

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

No mês de setembro o fotógrafo Alysson Lima de Jardim do Seridó – RN teve sua foto selecionada como destaque do Festival Internacional de Fotografia de Brasília Photo Show de Brasília DF.

“Fiquei muito feliz em ter uma foto selecionada no Festival Internacional de Fotografia de Brasília Photo Show. Concorri com 9 mil participantes e estou entre as 402 fotos selecionadas. Dia 04/11/2017 vou representar minha querida cidade de Jardim do Seridó – RN, isso é motivo de honra para mim”, disse Alysson Lima.

Sobre o Festival Internacional de Fotografia de Brasília Photo Show:  

A 1ª edição do concurso teve um total de 4.000 mil fotos inscritas. Já a 2ª foram 6.000 mil e agora, 9.050. O Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show é um concurso aberto para quem quiser participar, ou seja, você não precisa ser um fotógrafo profissional, o amador também tem grandes chances de vencer. As fotos podem ser tiradas de qualquer tipo de câmeras, profissionais ou não, celulares, ou até mesmo de drones, o que interessa é a qualidade da foto e o que ela representa.

Postado às 18h10 FotografiaPlantão Nenhum comentário
Aldenôr Gomes, prateiro e designer, apresenta sua segunda coleção “É tempo de Margaridas”, que usa a prata para homenagear e unir exemplos de mulheres do sertão e do mundo. (Foto: Elisa Elsie).

Aldenôr Gomes, prateiro e designer, apresenta sua segunda coleção “É tempo de Margaridas”, que usa a prata para homenagear e unir exemplos de mulheres do sertão e do mundo. (Foto: Elisa Elsie).

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

Uma coleção de peças de prata que une – por meio de colares, pingentes, anéis, brincos – a história da luta das mulheres, colocando num mesmo conjunto Margarida Alves, a sindicalista morta violentamente na Paraíba e Frida Kahlo, artista plástica que hoje é exaltada como exemplo de luta e empoderamento. Mas não só isso: é com prata também que a Marcha das Margaridas se junta à Marcha Mundial das Mulheres; e que as peças forjadas manualmente também homenageiam o erotismo e o encantamento da mulher sertaneja.

É esse universo que será apresentado na vernissage da exposição “É tempo de Margaridas”, do designer e prateiro Aldenôr Gomes, que acontece dia 6 de outubro próximo, no Espaço Duas, a partir das 19h30.

A inspiração para essa coleção de exaltação ao feminino surgiu naturalmente. Após sua primeira exposição, “Outonianas”, inspirada nas flores do sertão, Aldenôr se viu sem tema para uma segunda coleção. Na época, conversando com sua curadora, a artista visual Mariana do Vale, sobre qual tema explorar, ele recebeu um conselho e aceitou: “Não se preocupe. Você não está mais na academia, não precisa se preparar para uma tese. Vá trabalhando no que te emociona, depois você vê o que fazer com isso”, conta.

E ele apostou nisso. “Eu continuei a trabalhar e me vi fazendo flores. E as flores sempre tinham a imagem de margaridas”. E acrescenta, relembrando como decidiu o tema da segunda exposição: “Quando pensei em margaridas, logo me veio à mente a líder sindical que foi barbaramente assassinada na Paraíba. Ah, vou trabalhar com as margaridas, em homenagem a Margarida Alves”

Daí para começar a ampliar a temática, foi instantâneo. “Quando comecei a trabalhar, eu lembrei que Margarida Alves remetia à Marcha das Margaridas, promovida pelas mulheres rurais que passaram a se organizar para reivindicar seus direitos e participar da luta das mulheres no campo”.

Após isso, conta o artista, ele também começou a pensar em como a mulher do meio rural, do sertão, é sensual e possui um erotismo próprio. Dessa reflexão, já nasceram outras flores, na coleção.

E o jardim de prata de Aldenôr não parou de crescer: “Como eu achei que era muito pouco trabalhar só com as mulheres rurais do sertão da Paraíba eu passei à Marcha das Mulheres, e cheguei à Marcha Mundial das Mulheres, e isso me lembrou Frida Kahlo”, conta.

Ele explica que havia feito uma visita ao México e na elaboração da peças de prata lembrou-se da artista mexicana que hoje é símbolo da luta das mulheres no mundo. E foi dessa forma, com todas essas referências, que ele concluiu e batizou sua segunda coleção, “É tempo de Margaridas”.

Ao todo, o novo conjunto tem 30 peças, entre aneis, colares, brincos, adereços para chapéu, adereço para cachimbo, pingentes, entre outros. Os preços variam de R$ 150,00 a 600,00. Mas não basta ter dinheiro para comprá-los. “As peças estão à venda. Não faço joias, faço peças de prata que tem um significado para mim. Então sempre é algo doloroso pensar em vender. Todas as peças são únicas e exclusivas. Eu preciso criar uma empatia com a pessoa que vai comprar. Eu preciso saber com quem elas vão ficar”, brinca Aldenôr.

Para o futuro, uma terceira coleção, ele ainda não tem nada definido. Explica que precisa encerrar por completo um ciclo para poder iniciar o outro e só vai começar a pensar nessas novas peças após a exposição do dia 6 próximo.

Mas já há no imaginário do artista um apontamento do que pode vir a se tornar uma nova coleção. “Eu me encontro muito envolvido com o mundo da capoeira, a ideia da história dos negros, é possível que saia alguma coisa por aí. Mas é muito embrionário, não posso garantir”, comenta.

PRATEIRO

Aldenôr Gomes trabalha com prata desde 2014. Ele é professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 2009, após mais de 40 anos de estudo sobre o meio rural.

Em 2010, ele foi convidado para ser professor visitante no programa de pós-gradução de Ciências Sociais na Universidade de Campina Grande. Em 2014, ele resolveu parar.

“Estava um pouco desencorajado de trabalhar com o rural. Eu tinha toda uma vida de estudo, de pesquisa, de formação trabalhando com o rural. Inclusive, nesse período fui gestor de políticas públicas, ajudei a implantar o programa Fome Zero no Nordeste. Desde o início dos anos 70 eu via sempre a persistência da pobreza, da miséria no campo. Isso me deu uma tristeza tão grande que eu decidi: não vou mais pesquisar o rural. Vou fazer uma outra atividade que me dê um pouco mais de prazer”

Nessa época Aldenôr relembrou os tempos de seminário, quando ainda muito jovem se destacou pela habilidade em moldar metal. “Eu fazia terços”, conta. E, nesse intento, acabou descobrindo em Recife um professor que dava curso de ourivesaria em prata. “Eu fiz o curso de quatro meses. Daí saí e comecei a trabalhar com prata”.

SERVIÇO

Exposição “É tempo de Margaridas”

O quê: vernissage de coleção composta por 30 peças em prata inspiradas em exemplos de luta, resistência e beleza de mulheres do sertão e do mundo

Onde: EspaçoDuas/Duas Estúdio – Rua Praia Diogo Lopes, 2197 – Ponta Negra (referência: próximo à praça do Disco Voador)

Quando: Dia 6 de outubro, sexta-feira, a partir das 19h30

Por que: oportunidade de ver como o artista traduziu para um universo tão particular, que é a ourivesaria em prata, as lutas, as belezas, os desejos e sonhos de mulheres que inspiram outras mulheres a tornar o mundo mais justo e belo.

Entrada gratuita 

CONTATO PARA ENTREVISTAS

Aldenôr Gomes 99992-7130 (Whatsapp)

Duas Estúdio

Elisa Elsie e Mariana do Vale

84 99982.7193 | 84 99664.8789

www.duasestudio.com

facebook.com/duasestudio

@espacoduas

 

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 Aldenôr Gomes, prateiro e designer, apresenta sua segunda coleção “É tempo de Margaridas”, que usa a prata para homenagear e unir exemplos de mulheres do sertão e do mundo. (Foto: Elisa Elsie).

Aldenôr Gomes, prateiro e designer, apresenta sua segunda coleção “É tempo de Margaridas”, que usa a prata para homenagear e unir exemplos de mulheres do sertão e do mundo. (Foto: Elisa Elsie).

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

Uma coleção de peças de prata que une – por meio de colares, pingentes, anéis, brincos – a história da luta das mulheres, colocando num mesmo conjunto Margarida Alves, a sindicalista morta violentamente na Paraíba e Frida Kahlo, artista plástica que hoje é exaltada como exemplo de luta e empoderamento. Mas não só isso: é com prata também que a Marcha das Margaridas se junta à Marcha Mundial das Mulheres; e que as peças forjadas manualmente também homenageiam o erotismo e o encantamento da mulher sertaneja.

É esse universo que será apresentado na vernissage da exposição “É tempo de Margaridas”, do designer e prateiro Aldenôr Gomes, que acontece dia 6 de outubro próximo, no Espaço Duas, a partir das 19h30.

A inspiração para essa coleção de exaltação ao feminino surgiu naturalmente. Após sua primeira exposição, “Outonianas”, inspirada nas flores do sertão, Aldenôr se viu sem tema para uma segunda coleção. Na época, conversando com sua curadora, a artista visual Mariana do Vale, sobre qual tema explorar, ele recebeu um conselho e aceitou: “Não se preocupe. Você não está mais na academia, não precisa se preparar para uma tese. Vá trabalhando no que te emociona, depois você vê o que fazer com isso”, conta.

E ele apostou nisso. “Eu continuei a trabalhar e me vi fazendo flores. E as flores sempre tinham a imagem de margaridas”. E acrescenta, relembrando como decidiu o tema da segunda exposição: “Quando pensei em margaridas, logo me veio à mente a líder sindical que foi barbaramente assassinada na Paraíba. Ah, vou trabalhar com as margaridas, em homenagem a Margarida Alves”

Daí para começar a ampliar a temática, foi instantâneo. “Quando comecei a trabalhar, eu lembrei que Margarida Alves remetia à Marcha das Margaridas, promovida pelas mulheres rurais que passaram a se organizar para reivindicar seus direitos e participar da luta das mulheres no campo”.

Após isso, conta o artista, ele também começou a pensar em como a mulher do meio rural, do sertão, é sensual e possui um erotismo próprio. Dessa reflexão, já nasceram outras flores, na coleção.

E o jardim de prata de Aldenôr não parou de crescer: “Como eu achei que era muito pouco trabalhar só com as mulheres rurais do sertão da Paraíba eu passei à Marcha das Mulheres, e cheguei à Marcha Mundial das Mulheres, e isso me lembrou Frida Kahlo”, conta.

Ele explica que havia feito uma visita ao México e na elaboração da peças de prata lembrou-se da artista mexicana que hoje é símbolo da luta das mulheres no mundo. E foi dessa forma, com todas essas referências, que ele concluiu e batizou sua segunda coleção, “É tempo de Margaridas”.

Ao todo, o novo conjunto tem 30 peças, entre aneis, colares, brincos, adereços para chapéu, adereço para cachimbo, pingentes, entre outros. Os preços variam de R$ 150,00 a 600,00. Mas não basta ter dinheiro para comprá-los. “As peças estão à venda. Não faço joias, faço peças de prata que tem um significado para mim. Então sempre é algo doloroso pensar em vender. Todas as peças são únicas e exclusivas. Eu preciso criar uma empatia com a pessoa que vai comprar. Eu preciso saber com quem elas vão ficar”, brinca Aldenôr.

Para o futuro, uma terceira coleção, ele ainda não tem nada definido. Explica que precisa encerrar por completo um ciclo para poder iniciar o outro e só vai começar a pensar nessas novas peças após a exposição do dia 6 próximo.

Mas já há no imaginário do artista um apontamento do que pode vir a se tornar uma nova coleção. “Eu me encontro muito envolvido com o mundo da capoeira, a ideia da história dos negros, é possível que saia alguma coisa por aí. Mas é muito embrionário, não posso garantir”, comenta.

PRATEIRO

Aldenôr Gomes trabalha com prata desde 2014. Ele é professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 2009, após mais de 40 anos de estudo sobre o meio rural.

Em 2010, ele foi convidado para ser professor visitante no programa de pós-gradução de Ciências Sociais na Universidade de Campina Grande. Em 2014, ele resolveu parar.

“Estava um pouco desencorajado de trabalhar com o rural. Eu tinha toda uma vida de estudo, de pesquisa, de formação trabalhando com o rural. Inclusive, nesse período fui gestor de políticas públicas, ajudei a implantar o programa Fome Zero no Nordeste. Desde o início dos anos 70 eu via sempre a persistência da pobreza, da miséria no campo. Isso me deu uma tristeza tão grande que eu decidi: não vou mais pesquisar o rural. Vou fazer uma outra atividade que me dê um pouco mais de prazer”

Nessa época Aldenôr relembrou os tempos de seminário, quando ainda muito jovem se destacou pela habilidade em moldar metal. “Eu fazia terços”, conta. E, nesse intento, acabou descobrindo em Recife um professor que dava curso de ourivesaria em prata. “Eu fiz o curso de quatro meses. Daí saí e comecei a trabalhar com prata”.

SERVIÇO

Exposição “É tempo de Margaridas”

O quê: vernissage de coleção composta por 30 peças em prata inspiradas em exemplos de luta, resistência e beleza de mulheres do sertão e do mundo

Onde: EspaçoDuas/Duas Estúdio – Rua Praia Diogo Lopes, 2197 – Ponta Negra (referência: próximo à praça do Disco Voador)

Quando: Dia 6 de outubro, sexta-feira, a partir das 19h30

Por que: oportunidade de ver como o artista traduziu para um universo tão particular, que é a ourivesaria em prata, as lutas, as belezas, os desejos e sonhos de mulheres que inspiram outras mulheres a tornar o mundo mais justo e belo.

Entrada gratuita 

CONTATO PARA ENTREVISTAS

Aldenôr Gomes 99992-7130 (Whatsapp)

Duas Estúdio

Elisa Elsie e Mariana do Vale

84 99982.7193 | 84 99664.8789

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Mulheres empoderadas de Parnamirim lançam campanha de apoio a mulheres com câncer.

Mulheres empoderadas de Parnamirim lançam campanha de apoio a mulheres com câncer.

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

Outubro Rosa 2017 – As mulheres de Parnamirim – RN ganharam um reforço no alerta de combate ao câncer de mama através da campanha “Lenço Solidário” idealizada pela vereadora Kátia Pires com  ensaio fotográfico é de Eliana Felix.

Abraçaram a causa a primeira Dama Alda Leda, a nossa médica Dra. Socorro Morais, a enfermeira Carol Pires, Brena Lobo, entre outras.

A campanha conta com o apoio Tatiana, moradora de Nova Parnamirim que se encontra na luta contra a doença e com a benção de Deus já é uma vencedora.

Faça parte dessa campanha! Doe lenços e faça a diferença na vida de muitas guerreiras.

Fotos: Eliana Félix.

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Mulheres com câncer se mostram em exposição durante o Outubro Rosa.

Mulheres com câncer se mostram em exposição durante o Outubro Rosa.

Outubro Rosa:  Seis fotógrafas assinam o Ensaio que revela beleza de mulheres na luta contra câncer de mama.

Outubro Rosa: Seis fotógrafas assinam o Ensaio que revela beleza de mulheres na luta contra câncer de mama.

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

O Grupo Bonitas realiza durante todo o período do movimento Outubro Rosa uma exposição itinerante de fotografias de pacientes oncológicas. As fotos de 23 mulheres revelam histórias de vitória e superação, mesmo que recheadas de dor, desvelando que é possível sim se curar de um câncer e voltar a usufruir de uma vida saudável e tão boa ou até melhor quanto a de antes.

A mostra denominada *MULHERES BONITAS*, apresenta personagens com idade entre 26 e 54 anos que enfrentaram uma das provas mais difíceis para o ser humano, olhar a possibilidade da morte de frente, encarar a realidade e superar as circunstâncias advindas desta experiência, e por isso, elas se transformaram, verdadeiramente, em belas heroínas.

Mulheres Bonitas vai percorrer os shoppings mais populares da cidade com o objetivo de atingir um maior e mais diversificado público e assim desmistificar a doença a respeito da finitude, ao mesmo tempo em que reforçará o alerta a respeito da prevenção do câncer. Todas as modelos da Exposição *Mulheres Bonitas* foram submetidas ou ainda estão em tratamento contra o câncer e, cada uma, a seu modo, atravessaram as etapas da doença desde as primeiras emoções, após o recebimento do diagnóstico, passando pelo tratamento até a cura.

A Exposição Mulheres Bonitas não tem fins lucrativos, todos envolvidos na organização são voluntários, o que inclui a equipe de seis fotografas formada por Ana Cláudia Albuquerque, Eleonora Marques de Siqueira, Katherine Carvalho, Rose Medeiros, Sônia Regina e Verônica Barreto que se uniram em um mutirão para realizar as sessões de fotos expostas neste exemplar e na mostra itinerante.

“Espero que a exposição seja linda e, acima de tudo, que atinja o nossa meta de levar uma mensagem de superação, tenho fé que será uma semente na vida de cada mulher que passar por ela e assim ver diminuir o número de pessoas acometidas com esta doença”, explicou a criadora do Grupo Bonitas, Adilza Holanda.

Programação da Exposição Mulheres Bonitas
– Abertura da campanha Outubro Rosa:
Dia: 05 e 06 de outubro
Local: LIGA CECAN.
Horário: 09:00h

Postado às 23h09 DestaqueFotografia Nenhum comentário
Mostras fotográficas marcam o Setembro Cidadão 2017. (Foto: Kalina Veloso).

Mostras fotográficas marcam o Setembro Cidadão 2017. (Foto: Kalina Veloso).

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

O Setembro Cidadão, em parceria com a fotógrafa Kalina Veloso, está apresentando este ano três mostras fotográficas, onde o tema central é a Cidadania. Ao todo são mais de 50 fotografias que retratam histórias de cidadania, cultura, além de alertar contra o preconceito e a violência doméstica.

A primeira delas é a Mostra Fotográfica Cidadania e Educação, que acontece na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e faz uma homenagem a figuras públicas representativas do Estado. São artistas, parlamentares, empresários, esportistas e profissionais em destaque, resgatando histórias de cidadania e cultura. A exposição Cidadania e Educação está instalada na Assembleia Legislativa no período dia 16 a 30 de setembro, com o encerramento em uma sessão solene de propositura da deputada Marcia Maia, onde todas as 17 personalidades fotografadas serão homenageadas.

A segunda é a Mostra Cidadania: Vencendo preconceitos, que será aberta nesta sexta-feira (22), no Partage Norte Shopping. A proposta é presentar uma campanha fotográfica abordando o tema em destaque contra o preconceito, levando a sociedade a refletir sobre as diversas formas de discriminação existentes e com o objetivo de ressaltar a importância que exercer cidadania é respeitar o outro. A exposição fotográfica, com 16 fotos, segue até o dia 30 de setembro.

A última mostra fotográfica é denominada: Eu mereço respeito e estará exposta na OAB/RN, com 18 registros. A exposição fotográfica foi lançada no dia da instalação da Frente Parlamenta de Combate a Violência Doméstica, na Assembleia Legislativa   no dia 01 de agosto. Por se tratar de um casting de mulheres de carreira jurídica, a fotógrafa Kalina Veloso propões ao Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-OAB/RN, encaminhar a exposição para a instituição, como objetivo em valorizar o empenho da causa e divulgar a arte na instituição, além de integrar as ações do Setembro Cidadão. A data agendada para lançamento, será a próxima segunda-feira, dia 25 de setembro, às 17h, com finalização em 29 de setembro.

 

Postado às 07h08 DestaqueFotografia Nenhum comentário
Museu Câmara Cascudo realiza a 2ª Feira da Fotografia.

Museu Câmara Cascudo realiza a 2ª Feira da Fotografia.

Redação/Portal de notícias e fotojornalismo Natal/eliasjornalista.com

O Museu Câmara Cascudo realiza a 2ª Feira da Fotografia nos dias 26 e 27 de agosto com destaque para a produção mais pontual de fotografia no estado do RN.

 Durantes os dois dias 14 convidados estarão expondo e vendendo sua produção impressa em diversos formatos – posters, prints, cartões postais, livros e fotozines. O evento encerra o circuito de ações do mês de agosto- o mês da fotografia. O visitante também poderá participar de 3 oficinas, leituras de portfolio e uma palestra com o fotógrafo Numo Rama, atualmente em cartaz no museu com sua exposição “Póstumos – arqueologia do descaso.”

O evento é resultado da parceria entre o Museu Câmara Cascudo e um grupo de fotógrafos potiguares. A nova edição da feira pretende aproximar o público dos fotógrafos de produção mais fértil no estado. As fotos terão preços a partir de 3 reais. Esta é a maior feira de publicações exclusivamente voltada para fotografia do nordeste do Brasil.

Programação

Feira de Fotografia

26/08 Sáb. 14h -21h

27/08 Dom.14h- 18h

Oficinas

Fotografia para sala de aula para professores e coordenadores do ensino público / Pablo Pinheiro

26/08 15h- 17h

Como ganhar dinheiro com fotografia / Alex Gurgel

26/08 19h- 20h

Iluminação Criativa/Duas Estúdio

27/08 15h- 17h

Leituras de Portfolio

Elisa Elsie/Lara Ovídio/Mariana do Vale/Pablo Pinheiro/Paulo Rossi

26/08 17h-18h

27/08 14h- 15.20h

17h-18.20h

Exposição

Póstumos

Arqueologia do descaso

Numo Rama

Conversa com o artista

27/08 18h

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